Como se joga
Você tem três vidas e uma parede de tijolos. Cada tijolo derrubado vale pontos, e o valor cresce a cada fase. Quando a parede acaba, começa outra: a bola fica um pouco mais rápida, a raquete um pouco menor, e a partir da terceira fase alguns tijolos precisam de dois toques.
A raquete é uma mira, não uma parede
Este é o detalhe que separa quem joga de quem só rebate: o ângulo de saída da bola depende de onde ela encosta na raquete. Centro devolve quase reto para cima; as pontas devolvem bem aberto para os lados. Ou seja, dá para escolher o próximo alvo em vez de torcer.
Cuidado com a bola quase horizontal
Quando a bola pega ângulo muito aberto, ela passa a viajar quase de lado e demora uma eternidade para descer. Além de chato, isso é perigoso: quando ela finalmente cai, costuma cair longe da raquete. Se isso acontecer, rebata mais perto do centro na próxima para endireitar a trajetória.
Velocidade e quadros por segundo
A física roda com passo de tempo real, então a bola tem exatamente a mesma velocidade em uma tela de 60 Hz e em uma de 144 Hz. Isso importa mais do que parece: em muitas versões antigas de quebra-tijolos, jogar num monitor mais rápido deixava o jogo literalmente mais difícil.